Um dos desenhos mais clássicos, aclamados e lembrados da História é o do gato Thomas – conhecido popularmente como Tom – e o pequeno rato marrom Jerry – conhecido popularmente como… Jerry. Eles são criação imortal de Joshp Hanna e William Barbera.
Esse divertido desenho animado deu início aos anos 40, quando os personagens não eram exatamente um gato e um rato.
A idéia inicial era desenhar dois ratos, contudo, criou-se uma impressionante similaridade com o Mickey de Walt Disney.
O criador desse desenho foi Amadee J. Van Beure, e segundo a Wikipédia, Van Beure chamou o mais alto de Tom e o mais baixinho, por tabela, de Jerry.
Não fez muito sucesso e, poucos anos mais tarde, Van Beure foi trabalhar justamente nos estúdios Hanna-Barbera e lá aproveitaram a criação para nomear um gato e um rato.
O centro da trama se baseia geralmente em tentativas frustradas de Tom de capturar Jerry, e o caos e a destruição que se segue. Tom raramente consegue capturar Jerry, principalmente por causa das habilidades do engenhoso ratinho, e também por causa de sua própria estupidez.As perseguições são eletrizantes e sempre vem acompanhados por boa trilha sonora. Também são utilizados diversas armadilhas e truques que no final não dão resultado satisfatório como bombas e ratoeiras, coisas que são fundamentais na rivalidade entre o gato e o rato.
A idéia de fazer um desenho onde os personagens não conversam, foi muito original.
Devido a isso, usa-se muitas trilhas, que dão continuidade a trama dos personagens.
As vezes, só notamos que alguns elementos usados para contar uma cena são importantes quando eles não estão lá, ou estão fora do conjunto. É o caso da trilha incidental, que é aquela música de fundo, e juntamente com os ruídos, como uma pancada, um chute, um susto, ajudam a dar o clima na ação.
É possível se contar uma história através do som. Tom e Jerry é um exemplo disso.
Com isso, as crianças conseguem prestar muito mais atenção no desenho, pois não se ouve nenhuma fala, só os ruídos, juntamente com a trilha.
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